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Fisioterapia Consultiva & Nutrição Clínica · Vila Velha, ES · Online para todo o Brasil

Você não precisa
de mais sessões.
Precisa de um
tratamento que vá
até a raiz.

Metodologia Ergotrofi — estímulo mecânico e aporte metabólico integrados. O músculo como órgão endócrino. A recuperação como ciência.

5
Camadas de avaliação clínica integrada
IFM090
Índice objetivo de alta do programa
Menor risco de relesão¹
A→C
Sistema de Blocos com critério objetivo de progressão
O problema

O ciclo que precisa acabar

"Fiz meses de fisioterapia. Melhorei. Parei. E voltou tudo."

Isso não é falta de esforço da sua parte. É um modelo de tratamento que trata o sintoma, libera por tempo e não prepara o corpo para o que realmente importa — a vida que você quer ter de volta.

Alta por tempo, não por resultado

Seis semanas, três meses, seis meses — o relógio decide. No Instituto Calazans, quem decide é o IFM₀₉₀ — o Índice Funcional-Metabólico objetivo.

Dor tratada, causa intocada

Tirar a dor sem investigar o que a mantém é garantia de recidiva. A avaliação bioquímica e laboratorial encontra o que a fisioterapia comum ignora.

Músculo treinado sem substrato

Exercício sem calibragem nutricional produz fadiga — não recuperação. O corpo precisa de estímulo mecânico e das condições metabólicas para responder.

Paciente complexo

O Trio de Ferro da Reabilitação Metabólica

O Instituto Calazans atende as três condições em que a fisioterapia convencional começa e recomeça sem resolver. O denominador comum é sempre o mesmo: o músculo não recupera porque o ambiente metabólico interno não permite.

Eixo I · Trio de Ferro

Diabetes Mellitus Tipo 2

A resistência à insulina compromete a via de sinalização clássica (IRS-1/PI3K). O Método Ergotrofi utiliza o exercício como intervenção farmacológica natural: a contração muscular ativa a AMPK, promovendo a translocação de GLUT4 para a membrana celular de forma independente da insulina.

Via Mecânica
AMPK → GLUT4 independente de insulina
Via Metabólica
Baixa carga glicêmica + janela de captação
Eixo II · Trio de Ferro

Sarcopenia e Obesidade Sarcopênica

Não é apenas perda de massa — é degradação da qualidade muscular e da funcionalidade nervosa. No fenótipo sarcopênico-obeso, a gordura visceral mascara a perda magra na balança enquanto amplifica a resistência anabólica via inflamação sistêmica. Sem o pulso de leucina em cada refeição e estímulo mecânico suficiente para superar o limiar elevado de mTORC1, a recuperação não ocorre.

Via Mecânica
Fibras tipo II → mTORC1 → síntese proteica
Via Metabólica
≥ 2,5g leucina/refeição · Vitamina D · ômega-3
Eixo III · Trio de Ferro

Pós-Bariátrica Tardia

A cirurgia resolve o peso e cria um cenário metabólico que a maioria dos fisioterapeutas não está preparada para manejar: déficit proteico, má-absorção de micronutrientes, sarcopenia acelerada, adaptação metabólica severa. O foco migra da restrição para a densidade nutricional.

Via Mecânica
Resistido → sinaliza preservação de TMB
Via Metabólica
Ferro · B12 · Zinco · Cálcio fracionado

Se você tem uma dessas condições e ainda não encontrou um tratamento que avance além do sintoma, a avaliação em 5 camadas da Metodologia Ergotrofi foi desenvolvida para esse exato cenário.

O diferencial
"Sem combustível,
o músculo não reconstrói."

A maioria das clínicas trata o movimento. O Instituto Calazans trata o movimento e as condições metabólicas que determinam se a recuperação vai acontecer de verdade.

Não existe reabilitação completa em um corpo com inflamação crônica, déficit proteico ou micronutrientes insuficientes. Essa investigação é obrigatória — não opcional.

Sarcopenia subclínica

Perda de massa muscular que impede a resposta ao exercício e prolonga o tratamento sem motivo aparente. Identificada na Camada 4 — Composição Corporal.

Anemia funcional

Oxigenação insuficiente no tecido lesionado reduz a velocidade de regeneração mesmo com protocolo correto. Rastreada na Camada 2 — Bioquímica e Laboratorial.

Inflamação crônica de baixo grau

PCR-us elevada mantém o ambiente tecidual hostil à reparação. Critério de entrada e de progressão no Sistema de Blocos A/B/C.

Disbiose e déficit de micronutrientes

Compromete absorção de nutrientes para síntese de colágeno, resposta imune e controle da dor. Crítico no eixo pós-bariátrico.

Metodologia Ergotrofi

Avaliação em 5 Camadas.
Tratamento sem atalhos.

Toda prescrição Ergotrofi é precedida por uma avaliação estruturada em cinco camadas sequenciais. Nenhuma camada pode ser omitida. A sequência é obrigatória — cada camada gera dados que alimentam a seguinte, culminando no diagnóstico funcional-metabólico unificado.

01
Clínico-Anamnéstica

História clínica, funcional, nutricional e psicossocial. Entrevista estruturada, Escala Tampa, lista farmacológica. Perfil completo que ativa precauções de exercício e identifica red flags para encaminhamento imediato.

Saída decisória
Red flags → encaminhamento. Perfil farmacológico ativa precauções de exercício.
02
Bioquímica e Laboratorial

Estado metabólico completo: HbA1c, HOMA-IR, PCR-us, Vitamina D, B12, hemograma, TSH, perfil lipídico. O que a fisioterapia convencional não solicita — e que determina se o músculo vai ou não responder ao exercício.

Saída decisória
Alimenta o Domínio Metabólico do IFM₀₉₀. Identifica diagnósticos diferenciais obrigatórios.
03
Funcional e Biomecânica

Capacidade funcional, força, marcha e equilíbrio: Dinamômetro Jamar (protocolo Southampton), teste 4 metros, 5× Sentar-Levantar, TUG. Define carga inicial de exercício e risco de queda.

Saída decisória
Alimenta o Domínio Funcional do IFM₀₉₀. Define carga inicial e risco de queda.
04
Composição Corporal

Massa magra apendicular, gordura visceral, hidratação intracelular: bioimpedância tetrapolar ou DEXA (padrão ouro). Índice de Massa Muscular Esquelética (IMME) — critério EWGSOP2 para diagnóstico de sarcopenia.

Saída decisória
IMME → critério sarcopenia. Alimenta Domínio Metabólico do IFM₀₉₀.
05
Comportamental e Estilo de Vida

Adesão, barreiras, letramento em saúde, sono, estresse e relação com alimentação: Escala Tampa, recordatório alimentar 24h, avaliação de barreiras, questionário de sono. Determina a estratégia educacional e de adesão ao protocolo.

Saída decisória
Alimenta o Domínio de Autonomia do IFM₀₉₀. Define abordagem educacional.
IFM₀₉₀

Critério objetivo de alta do programa

O Índice Funcional-Metabólico integra os quatro domínios avaliados nas 5 camadas. Alta somente quando IFM₀₉₀ ≥ 90 pontos com todos os domínios individuais ≥ 60% do máximo. Número real. Documento clínico. Sem estimativa de tempo.

LSI ≥ 90%
Simetria funcional
componente do
Domínio Funcional
(Hop Tests · JOSPT)
Sistema de Blocos

Progressão por critério,
não por calendário.

O faseamento terapêutico do Ergotrofi é baseado em critérios objetivos e binários. Um paciente permanece em um Bloco enquanto não atingir todos os critérios de progressão para o seguinte — independentemente do tempo transcorrido.

A
Objetivo central
Estabilização inflamatória e metabólica

Preparação articular e motora. Controle de red flags. Exercício de baixa intensidade com foco em controle motor e modulação da dor. Sem progressão de carga até estabilização metabólica documentada.

Critérios de progressão para B
  • PCR-us ≤ 1,0 mg/L (ou tendência documentada)
  • Glicemia jejum ≤ 180 mg/dL
  • EVA < 5/10 em repouso
  • Capacidade aeróbica leve ≥ 20 min sem intercorrências
  • Preensão palmar ≥ 20 kg (H) / ≥ 12 kg (M)
B
Objetivo central
Ativação mecânica progressiva

Captação de glicose via GLUT4 (via AMPK). Estímulo à síntese proteica via mTORC1. Exercício resistido com progressão de carga, monitoramento glicêmico pós-sessão e pulso proteico sincronizado ao estímulo mecânico.

Critérios de progressão para C
  • Ganho ≥ 10% na dinamometria palmar
  • Redução documentada de HbA1c
  • Massa magra preservada ou aumentada
  • Sessão de resistido moderado completada sem assistência
C
Objetivo central
Consolidação funcional e autonomia

Potência e transferência para AVDs. Autogerenciamento. Treino de alta densidade com monitoramento do IFM₀₉₀. O paciente sai do Bloco C apenas quando o índice confirma elegibilidade real para alta do programa supervisionado.

Critério de alta do programa
  • IFM₀₉₀ ≥ 90 pontos
  • Todos os domínios ≥ 60% do máximo
  • Confirmado em reavaliação
  • Laudo clínico emitido com documentação completa

A Regra de Sincronia Ergotrofi

O aporte proteico peri-exercício — acima da prescrição basal — é prescrito exclusivamente nos dias com estímulo mecânico programado. Em dias de repouso, o plano alimentar segue a prescrição basal (1,2 g/kg/dia nos Blocos B e C). Fundamento: a síntese proteica muscular é ativada pelo exercício resistido por até 24–48 horas pós-sessão. A oferta de aminoácidos potencializa a ativação do eixo mTORC1/S6K1/4E-BP1 apenas quando há sinalização mecânica prévia. Sem esse sinal, alto aporte proteico representa substrato sem demanda contrátil correspondente.

O que oferecemos

Três caminhos.
Um único objetivo: alta de verdade.

01

Fisioterapia Consultiva

Reabilitação musculoesquelética com avaliação bioquímica integrada. Protocolo estruturado nas 5 camadas, exercício terapêutico progressivo por Blocos A/B/C e critério de alta baseado no IFM₀₉₀ — não em semanas de calendário.

Reabilitação com critério
02

Suporte Metabólico à Reabilitação

Investigação e manejo dos fatores internos que sabotam a recuperação: sarcopenia, anemia, inflamação crônica, déficit de micronutrientes. Prescrição nutricional sincronizada ao estímulo mecânico pela Regra de Sincronia.

Reabilitação de dentro para fora
03

Atendimento Consultivo Online

Teleconsulta inicial completa com plano individualizado. Você executa onde quiser — academia, casa, trabalho — com telemonitoramento contínuo. Para todo o Brasil, conforme Resolução COFFITO nº 619/2025.

Sem barreiras geográficas
Resolução COFFITO nº 619/2025

Telefisioterapia.
A Metodologia Ergotrofi sem fronteiras.

Desde 2025, a telefisioterapia é modalidade permanente no Brasil. O Instituto Calazans opera em conformidade com esse marco regulatório e oferece atendimento remoto com o mesmo rigor clínico do presencial.

01 · Teleconsulta

Avaliação clínica completa

Consulta por videoconferência com avaliação em 5 camadas, diagnóstico funcional-metabólico, definição de Bloco inicial e plano terapêutico individual. Documento clínico gerado ao final.

02 · Teleatendimento

Sessões terapêuticas à distância

Prescrição e supervisão de exercícios em tempo real com progressão de Bloco monitorada. Mesmos critérios de progressão objetivos do atendimento presencial.

03 · Telemonitoramento

Acompanhamento contínuo

Monitoramento de indicadores funcionais e metabólicos entre sessões. Permite ajustes de Bloco antes da próxima sessão — não depois da recidiva.

04 · Teleconsultoria

Para fisioterapeutas e equipes

Discussão de casos complexos do Trio de Ferro. O Instituto Calazans atua como referência técnica em Metodologia Ergotrofi para profissionais de saúde.

Por que o atendimento remoto do Instituto Calazans não é genérico

Antes

Pré-consulta estruturada com coleta de histórico clínico, exames bioquímicos e queixas funcionais — para que a sessão comece no diagnóstico, não na anamnese básica.

Durante

Avaliação em 5 camadas adaptada ao ambiente remoto, com rastreio metabólico integrado, classificação de Bloco e critério objetivo de progressão desde o primeiro contato.

Depois

Laudo clínico digital, prescrição detalhada com Regra de Sincronia e telemonitoramento ativo de indicadores até o próximo encontro.

Resolução COFFITO nº 619/2025 LGPD — prontuário eletrônico seguro TCLE digital CREFITO-15: 370159-F Prescrição digital
O processo

Do primeiro contato à alta com critério.

1

Avaliação em 5 Camadas

Diagnóstico funcional-metabólico completo. Classificação no Bloco inicial. Metas objetivas e plano clínico individual.

2

Protocolo por Blocos

Prescrição de exercício progressivo com calibragem nutricional sincronizada. Regra de Sincronia aplicada desde o Bloco A.

3

Revisões com critério

Reavaliação do IFM₀₉₀, ajuste de Bloco e monitoramento de indicadores bioquímicos e funcionais até progressão confirmada.

4

Alta documentada

IFM₀₉₀ ≥ 90 com todos os domínios ≥ 60%. Laudo clínico emitido. Você sai com um documento — não com uma estimativa.

O Instituto

Douglas
Calazans

Fisioterapeuta Consultivo
Formação em Nutrição Clínica
CREFITO-15: 370159-F

O Instituto Calazans existe porque a fisioterapia convencional resolve o movimento e ignora o que impede a recuperação de acontecer: o estado metabólico do paciente.

Dr. Douglas Calazans integra estímulo mecânico e aporte metabólico em um protocolo único — a Metodologia Ergotrofi — desenvolvido para pacientes que já tentaram o tratamento padrão e não obtiveram resultado duradouro.

O foco clínico são as condições do Trio de Ferro: Diabetes Mellitus tipo 2, sarcopenia e reabilitação pós-bariátrica. Condições em que o músculo não responde ao exercício porque o substrato interno está comprometido — e onde a investigação metabólica não é opcional.

O objetivo do Instituto Calazans é simples: curar, documentar e liberar. Não acumular pacientes. Cada alta tem critério, nome e número.

Metodologia Ergotrofi — integração entre estímulo mecânico e suporte metabólico
Formação em Nutrição Clínica — calibragem nutricional integrada ao protocolo
Protocolo baseado em diretrizes JOSPT, ADA 2024, EWGSOP2, ACSM 11ª ed.
Preceptor de Fisioterapia · Especialização em Ortopedia Traumatológica
Atendimento presencial em Vila Velha, ES · Telefisioterapia para todo o Brasil
CREFITO-15: 370159-F
Próximo passo

Você merece saber exatamente o que está mantendo sua dor.

Na primeira consulta você recebe um diagnóstico completo em 5 camadas, classificação no Bloco inicial, plano clínico individual e critério de alta definido — não uma estimativa.

Atendimento presencial · Vila Velha, ES · Telefisioterapia para todo o Brasil

5
camadas de diagnóstico
IFM₀₉₀
critério de alta
A→C
sistema de blocos
JOSPT
evidência grau A/B
619/2025
COFFITO · conforme

¹ Baseado em evidências sobre critério LSI ≥ 90% em retorno ao esporte (JOSPT / Br J Sports Med). O LSI ≥ 90% compõe o Domínio Funcional do IFM₀₉₀.

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